Governador João Doria completou o esquema vacinal e tomou as duas doses da CoronaVac; em agosto, o político já havia sido diagnosticado com a doença

Covid-19: Doria testa positivo pela segunda vez

Governador João Doria completou o esquema vacinal e tomou as duas doses da CoronaVac; em agosto, o político já havia sido diagnosticado com a doença

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta quinta-feira, 15, que testou positivo para a Covid-19. É a segunda vez que o governador é infectado pelo coronavírus. Em 12 de agosto de 2020, Doria informou que estava com a doença. O político já completou o esquema vacinal e tomou as duas doses da CoronaVac, vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac. “Hoje, por prevenção, fiz mais um teste de Covid e o resultado, infelizmente, foi positivo. Por orientação médica, cancelei imediatamente toda a agenda e vou trabalhar de casa, cumprindo os meus compromissos como governador, mas de forma virtual”, afirmou o governador, que enfatizou que realiza testes RT-PCR regularmente. Na quarta-feira, 14, Doria participou da coletiva de imprensa do governo do Estado de São Paulo. Os compromissos presenciais dos próximos dias serão conduzidos pelo vice-governador, Rodrigo Garcia.

O governador usou o seu Twitter para informar que está se sentindo bem e aproveitou para defender a vacinação contra a doença. “Estou me sentindo muito bem, disposto e tenho convicção que estou sendo protegido contra o agravamento da doença pela vacina do Butantan, a qual já tomei as duas doses. Eu, como milhões de pessoas, fui protegido graças à vacina.” Doria também fez um alerta à população. “Meu caso serve de alerta para todos que já foram vacinados seguirem respeitando os protocolos. Pois, todos estão suscetíveis a serem infectados e transmitir o vírus, mesmo vacinados. Não importa a vacina, elas evitam o agravamento da doença, não a infecção. E para aqueles que ainda não foram vacinados, meu caso também serve de exemplo, para demonstrar a importância da vacinação para evitar que a doença se agrave, levando à internação ou morte”, argumentou.